A fisioterapia brasileira ante a realidade mundial

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Desde 1969, quando a fisioterapia foi regulamentada como profissão, assistimos a um incrível desenvolvimento técnico e científico de nossa classe. De uma profissão que nasceu com uma visão “reabilitacionista” e com um objeto de trabalho ainda não muito bem definido, nesses 45 anos conseguimos firmar a fisioterapia brasileira como uma profissão consistente, autônoma e de indiscutível relevância para a saúde pública de nosso país.

É claro que ainda temos alguns problemas a serem solucionados, porém o nível de projeção que alcançamos é muito maior do que muitos dos nossos profissionais têm conhecimento. Em nível mundial somos respeitados e servimos como modelo de profissão e profissionais.

Somos um dos raros países do mundo em que a fisioterapia tem autonomia para receber os pacientes em primeiro contato. Produzimos pesquisa científica de qualidade e, em número de profissionais, somos a nação com o maior número de fisioterapeutas, chegando hoje ao número aproximado de 170 mil profissionais.

Somos líderes políticos da região latino-americana visto que as presidências da Confederação Latinoamericana de Fisioterapia e Kinesiologia (CLAFK) e da Região Sul Americana da Confederação Mundial de Fisioterapia (WCPT-SAR) são exercidas por um representante do Brasil, o que projeta mais ainda o nome da nossa fisioterapia.

Nossa participação nos eventos científicos internacionais é sempre relevante. No último congresso mundial de fisioterapia, realizado em 2011 na Holanda, o Brasil foi o segundo país em número de participantes e trabalhos apresentados, e vale ressaltar ainda que um brasileiro ganhou prêmio pela apresentação de melhor trabalho.

Fonte do artigo:

Fisioter. Pesqui. vol.21 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2014

 

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