Intervenção Fisioterapêutica conjunta ao tratamento fonoaudiológico, se mostrou benéfico em mulher pós AVC.

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As sequelas motoras do AVC destacam-se por prejudicar a completa realização das atividades de vida diária e incluem diminuição da coordenação motora grossa e fina, fraqueza muscular, alteração da consciência corporal e proprioceptiva, entre outras. Assim, é fundamental adotar condutas que possam reduzir as consequências do AVC. Após o episódio de AVC, o tratamento de reabilitação deve ser iniciado imediatamente, de forma a amenizar as múltiplas incapacidades ocasionadas. Nesse contexto, a terapia multidisciplinar é necessária para o cuidado adequado do paciente, visando potencializar a reabilitação das sequelas.

A reabilitação proporcionada pela ação conjunta da fonoterapia e da fisioterapia promove a capacidade de reorganização cerebral e melhora o comprometimento motor que afeta as atividades da vida diária e a comunicação. A participação do fonoaudiólogo e do fisioterapeuta na reabilitação do paciente pós- AVC constitui uma contribuição fundamental, que pode viabilizar maior resolução em relação aos efeitos da doença. No entanto, a literatura, principalmente sob uma perspectiva multidisciplinar, ainda é escassa no que se refere a estudos sobre a reabilitação fonoaudiológica e fisioterapêutica conjunta desses pacientes.

A fisioterapia e a fonoaudiologia fazem parte da reabilitação do paciente pós AVC, sendo que a recuperação do indivíduo depende de fatores intrínsecos, como idade do paciente, local do sistema nervoso central lesionado e histórico de saúde, bem como de fatores extrínsecos, como aspectos ambientais e psicossociais e momento da intervenção terapêutica. No que tange aos aspectos intrínsecos, o tipo isquêmico, encontrado em 90% dos casos de AVC, tem prognóstico de recuperação mais favorável quando comparado ao AVC hemorrágico. Sob essa perspectiva, a recuperação dessa paciente pode ter sido facilitada pelo mecanismo de lesão, respondendo de forma muito efetiva à estimulação fonoaudiológica e fisioterapêutica. O histórico médico de hipertensão arterial da paciente é compatível com a ocorrência de AVC. A hipertensão arterial é um fator de risco predominante, estando presente em 90% dos pacientes com AVC.

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